domingo, 3 de janeiro de 2010

Pela Vida eu dou tudo e nada peço Senão este vaivém que, eternamente, Faz despontar em nós essa semente Que gera o tal eterno recomeço… Eu morro pela Vida e reconheço Que a Vida que há em mim, sempre latente, Me exige essa transformação premente Porque tudo na Vida tem um preço… Eu vivo pela Vida e morro nela Pois cada um de nós é como a vela Que ao acender-se dita o seu destino… Se, não temendo a morte, eu me cumprir, Então este meu tempo de existir Não terá, nunca, sido pequenino…